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segunda-feira, 2 de março de 2009

Lust

I can’t hide what I am, Can’t you see?
You’re such a fool, honey.
I need food, blood.
It’s boiling in my body, running through my veins.
And I think I know what it is.
Need to get a hold of myself.
This can’t go on.
I can’t become one of them.
But god it feels so right.
What can I do, it’s a part of me.
You bring out the demon inside me.
I hope you feel sorry
Because tonight you are going to be dead.
I think I’ll suck the life out of you
I think I’ll be happy with it
I think my body needs it.
Run away honey,
This feeling is getting a hold on me,
And I don’t think that I can control it anymore
I’m going crazy
But I simply can’t imagine you lying dead on the floor.
But soon you’ll be
I’m sorry, so sorry.
Damn I can’t control it
Damn
Damn
Damn
I’m going insane,
I think I’ll eat you alive.
I’ll suck your pity little life out of your stupid fragile body.
Fucking up my mind,
Downhill I go.
And Downhill I go.
Now fuck you and run away,
I’ll chase you like an animal.
And hunt you down.
Give you a small chance to survive,
Isn’t life a bitch?
It’s burning me inside out.
It hurts.
But you can’t fuck with me.
You can’t bring me down
You better run away
Before I go crazy on you.
Now fuck off,
As hard as you can.
And yes,
Honey,
I need your blood.

quarta-feira, 11 de fevereiro de 2009

Culpa Iluminada

Porque não, não me sinto culpada,
Apenas Iluminada por ti.
Tenho a resposta,
coberta por doenças.
Vejo o meu destino,
Distorcido.

Meu anjo salvador,
Porque és malvado?
É porque cometi pecados?
Porque te ignorei durante tanto tempo?
Põe-me a dormir.
Embala-me nas tuas asas de veludo negro.
Onde a minha respiração é cortada e encurtada.

Olha para mim, meu amor.
Quero ver o meu reflexo nos teus olhos,
Para saber que sou real.
Meu anjo Negro,
Porque é que não me das a tua mão?
Negra como um falcão.
Fria como um trovão.
Que me faz voar e sonhar,
neste mundo de tristeza,
Posso dizer que vi a luz
Negra.

Não me deixes morrer aqui,
Ajuda-me a sobreviver aqui.
Neste dia sem fim.
Em que o Apocalipse não parece chegar.
Eu acredito que nada
podia ser pior
que esconder o meu caminho
Para poder encontrar o meu caminho seguro.

Anjo Negro,
Abraça-me
Beija-me
com os teus lábios de pérola.
Abre os meus olhos
Acorda-me do meu sono eterno.
Acredito nos teus olhos,
Por isso olha para mim.

O teu cabelo
Que longo é
cheira a maresia extinta.
A tua pele derrete o meu Sol
Sobrando apenas a minha Lua.
Mas não apagas-te as estrelas,
Porque?

Estas ai?
A espera de mim?
A imaginar o fim?
Com esperança de um sim?
Rende-te aos meus braços.
Já me rendi aos teus.
Apaga a luz dos meus olhos.
Apaga todo o meu calor inexistêncial.
E guarda-me no teu túmulo.
Onde até os anjos querem entrar.
Onde apenas existes tu,
e onde eu não posso estar.

sábado, 24 de janeiro de 2009

Criei Algo

Criei algo.
Eu? Não... Não posso ter sido eu...
Não faz sentido! Todos me dizem que fui criada para destruir, não criar...
Não posso ter sido eu a criar isto... Este sentimento...
Será amor? Será orgulho? Ou solidão?
O que quer que seja faz-me querer estar contigo.
Faz-me acreditar que te amo. Sem duvidas, sem objecções, sem questões.
É estranho. Acho que por tanto tempo fui frágil e tinha apenas os meus braços para me proteger que acho estranho ter alguém.
As vezes olho para trás, e lembro-me de tudo o que perdi, e do que ganhei.
Ganhei mais do que perdi. E perdi tudo o que ganhei.
Até que ganhei amigos, irmãs, irmãos, e ganhei-te a ti.
Ganhei experiências boas, más, maravilhosas.
Ganhei tanto, e ate agora, faço tudo o que posso para não perder o que ganhei.
Nem que tenha de ir ao fim do mundo e voltar, NÃO VOU PERDER ESTA GUERRA CONTRA MIM PRÓPRIA.
Não quero perder o que ganhei de novo. Sei o que quero, onde quero, e como quero.
Esta certeza que tenho, que ganhei, diz-me que tu me vais perder.
Não, não sei. Sim, sim não tenho a certeza.
Por favor não me esqueçam, até quando os meus ossos se tornarem pó, e a minha existência desaparecer por completo, eu nunca vos irei esquecer, e onde quer que a minha alma vá, levarei a vossa memoria comigo. Para sempre.

Superhuman

Não, não tenho forças invulgares, nem visão raio-X, e muito menos tenho o poder de voar, mas...
Tu das-me forças maiores que as do super-Homem,
Tu das-me visão raio-X para ver a pura verdade e não cair,
Tu das-me asas para voar nas nuvens, para me sentir livre.
Tu, só tu, me elevas a algo maior que eu.
Tu e só tu me podes deitar a baixo, e trazer-me para cima com uma velocidade maior que a do Flash,
Amo-te Filipa Janeiro.

Poesia conjunta

暁 Bonzai, por ordem do PedoBear. diz:
as musicas do chris brown fazem-me lembrar o Tou.

暁 Bonzai, por ordem do PedoBear. diz:
Uma coisa que nao quero lembrar

Diabo ' Branco- [MISSING] diz:
opa...

暁 Bonzai, por ordem do PedoBear. diz:
mas tou a ouvir, so mesmo porque tenho de ultrapassar.

Diabo ' Branco- [MISSING] diz:
tambem acho

Diabo ' Branco- [MISSING] diz:
a mim faz me lembrar o pato

Diabo ' Branco- [MISSING] diz:
mas eu oiço

暁 Bonzai, por ordem do PedoBear. diz:
temos de ultrapassar. Apesar de ser passado, ainda esta bem presente

Diabo ' Branco- [MISSING] diz:
ya .. temos uma vida inteira pela frente

暁 Bonzai, por ordem do PedoBear. diz:
Nao podemos viver a espera de milagres ou agarradas a algo que sabemos ser impossivel...

Diabo ' Branco- [MISSING] diz:
ya

domingo, 28 de dezembro de 2008

Perdida

Não sei mais o meu destino
Pelas ruas deste pais
De desespero
Em que não me vês.

Nas ruas, eu vejo o teu reflexo
Não sei se és tu
Não sei quem és
Não sei mais quem és.

Não sei mais que fazer.
Esta rua esta escura
Não te vejo
Só te vejo a ti como és
Não, não me vou deixar levar.
Sei como és,
Sei o que fazes,
Sei como és.

Ainda que os candeeiros estejam partidos,
A lua reflecte no chão
Não há luz
Não há vida
Não há esperança

Tudo o que queria era ter-te.
Não, não posso.
Não não és aquilo que eu quero
Não consigo
Não tens nada.
Não quero
Não consigo.
Odeio-te, ou será que não.

Perdida, e encontrada por ti.
Não quero que me leves
Gosto disto aqui
Sei o que fazes
Sei de quem és
Sei onde tiveste
Não, nunca foste meu.
Mas nunca serás.

I hate you

I hate you
Always did,
Always will.
You make a thoughtless gun
You make me smile.
But most of all,
You make me cry.

You don’t understand
The meaning of being happy
And you take it away
From all the other beings you know.

Why can’t you see?
That you are poisoning me.
Every day I cry,
For freedom of mind
And when you don’t care
And slip away from me
I fell the need
For more poison
Because I’m addicted
Treat me like the child I am.

Only wish you have it all,
And lose everything.